sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Monitor


segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Escola


sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Ética e Moral.

No dia não sei qual tivemos uma palestra sobre ética e moral eu gostei, muito foi muito irado.
Ética e a parte teorica e tudo que é teoria é dificil de entender. Vamos supor você é um advogado seu trabalho é defender seu cliente, mas você sabe que ele ta errado mas mesmo assim você tem que defendelo. Isso está correto éticamente mas será que está moralmente?
Pense, Reflita e deixe seu comentario.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Internetês

No Brasil, um batalhão de 15 milhões de usuários troca 500 milhões de mensagens por dia por meio do Messenger (MSN), o comunicador instantâneo da Microsoft.
- O brasileiro adere fácil à tecnologia; é um povo muito aberto à comunicação - explica Priscyla Alves, gerente de produtos, comunicação e marketing para Brasil e América do Sul da Microsoft.
O Ibope/NetRatings divulgou em janeiro que o internauta brasileiro continua sendo o campeão mundial da navegação, com uma média de 17 horas e 59 minutos, deixando para trás Estados Unidos, Japão e Austrália. Essa ansiedade do brasileiro por contato já foi alvo de estudo de Anne Kirah, uma antropóloga americana que vive em Paris e ajuda a Microsoft a desenvolver produtos.
Numa de suas pesquisas, Anne conviveu por semanas com famílias de adolescentes brasileiros. Chamou sua atenção a tendência de o interneteiro no Brasil ter, em geral, permissão para sair só uma vez por semana. A antropóloga concluiu que o nosso adolescente usuário do computador faz das ferramentas on-line uma extensão da vida social. Na frente do monitor, marca encontros, mantém viva a emoção do fim de semana e estreita laços com novos amigos.
A linguagem que pontua tal dinâmica social é o internetês. Integrados à tecnologia e com acesso fácil a computadores e conexões de banda larga (62% dos nossos internautas a usam), os jovens buscam respostas rápidas, proximidade com seus interlocutores e nutrem a expectativa de aproveitar cada momento de diversão. A ansiedade por contato teria estimulado, assim, o hábito de escrever mensagens e a busca de novas formas de expressão ligeira e funcional. No pacote, vieram a simplificação da linguagem e a farta eliminação de vogais.

Jargão on-line
Na ponta do teclado, o internetês dá nome a um conjunto de abreviações de sílabas e simplificações de palavras que leva em conta a pronúncia e a eliminação de acentos. De quebra, acrescenta uma leve dose de humor às mensagens on-line. Não o suficiente para evitar inúmeras críticas, como a de que os jovens têm sido induzidos a escrever mal e a de ser um frankenstein de linguagem, excludente e viciada.
Eduardo Martins, autor do Manual de Redação do jornal O Estado de S. Paulo, olha com reservas o fenômeno.
- O aprendizado da escrita depende da memória visual: muita gente escreve uma palavra quando quer lembrar sua grafia. Se bombardeados por diferentes grafias, muitos jovens ainda em formação tenderão à dúvida - alerta.
Formado pelo inglês dos softwares e manuais, por abreviações e símbolos (emoticons), o jargão empresta à escrita a liberdade da fala, com vocabulário e construções gramaticais próprios. Enquanto os textos tradicionais podem ser relidos, repensados, corrigidos, as mensagens em tempo real tendem ao mínimo de caracteres, são mais curtas e dadas com rapidez - o "falante" pode conversar com muita gente ao mesmo tempo. Daí as abreviações não serem etimológicas ("pneumático" vira "pneu", mas mantém o radical pneu = ar), e sim fonéticas ("aki" = "aqui").
A falta de acentos e pontuação viria do não-reconhecimento dos sinais por alguns servidores - a mensagem seria destruída ou convertida em símbolos ininteligíveis, não padronizados. Já a expressão das sensações dá lugar aos emoticons ou smileys, em que caracteres digitados fazem a analogia de uma emoção.
O internetês pode não representar uma ameaça ao idioma como no passado a grafia dos telégrafos ("vg" para vírgula) ou o caipirês de Chico Bento, personagem de Mauricio de Sousa, não o fizeram. Sírio Possenti, professor de lingüística da Unicamp, assegura que não existiria fator de risco.
- Uma coisa é a grafia; outra, a língua. Não há linguagem nova, só técnicas de abreviação no internetês. As soluções gráficas são até interessantes, pois a grafia cortada é a vogal. A palavra "cabeça", por exemplo, vira "kbça", e não "aea". A primeira forma contém os fonemas indispensáveis ao entendimento.

Desigualdade
Linguagem da comunicação on-line, o internetês rompeu os limites a que estava restrito, invadindo a TV e até a escola. O uso constante de computadores influencia a relação dos alunos com a escola e, em particular, a língua. O estudante da 7a série Victor Santoro Fernandes, de 12 anos, considera mais fácil usar o português padrão quando escreve à mão, não quando digita ao computador.
- A letra q é a que mais escapa. Você já tem os vícios do direcionamento do teclado, mas tento ficar sempre alerta - afirma ele, que conta passar cinco horas por dia ao computador.
Para sua mãe, a dona de casa Magaly Santoro Fernandes, não há problemas em usar linguagens diferentes para comunicar- se, desde que isso não atrapalhe os estudos.
- Ele tira boas notas e sabe quando deve usar a linguagem com os amigos ou tem de usar a norma. Até eu já entendo um pouco quando ele escreve internetês.
A proliferação de um linguajar abreviado tem relação direta com o convívio social de um usuário. Num país em que a maioria da população não usa computador e 3 milhões dos 10 milhões de habitantes de São Paulo nem sabem o que é um caixa eletrônico, a familiaridade com o internetês é diretamente proporcional à inclusão digital. Carlos Eduardo dos Santos, de 13 anos, é aluno da 8ª série da escola estadual Fadlo Haidar, em São Paulo. É o único de uma sala de aula com 42 alunos que tem computador. Diz que, por isso, faz uso do internetês com parcimônia.

Internetês

No Brasil, um batalhão de 15 milhões de usuários troca 500 milhões de mensagens por dia por meio do Messenger (MSN), o comunicador instantâneo da Microsoft.
- O brasileiro adere fácil à tecnologia; é um povo muito aberto à comunicação - explica Priscyla Alves, gerente de produtos, comunicação e marketing para Brasil e América do Sul da Microsoft.
O Ibope/NetRatings divulgou em janeiro que o internauta brasileiro continua sendo o campeão mundial da navegação, com uma média de 17 horas e 59 minutos, deixando para trás Estados Unidos, Japão e Austrália. Essa ansiedade do brasileiro por contato já foi alvo de estudo de Anne Kirah, uma antropóloga americana que vive em Paris e ajuda a Microsoft a desenvolver produtos.
Numa de suas pesquisas, Anne conviveu por semanas com famílias de adolescentes brasileiros. Chamou sua atenção a tendência de o interneteiro no Brasil ter, em geral, permissão para sair só uma vez por semana. A antropóloga concluiu que o nosso adolescente usuário do computador faz das ferramentas on-line uma extensão da vida social. Na frente do monitor, marca encontros, mantém viva a emoção do fim de semana e estreita laços com novos amigos.
A linguagem que pontua tal dinâmica social é o internetês. Integrados à tecnologia e com acesso fácil a computadores e conexões de banda larga (62% dos nossos internautas a usam), os jovens buscam respostas rápidas, proximidade com seus interlocutores e nutrem a expectativa de aproveitar cada momento de diversão. A ansiedade por contato teria estimulado, assim, o hábito de escrever mensagens e a busca de novas formas de expressão ligeira e funcional. No pacote, vieram a simplificação da linguagem e a farta eliminação de vogais.

Jargão on-line
Na ponta do teclado, o internetês dá nome a um conjunto de abreviações de sílabas e simplificações de palavras que leva em conta a pronúncia e a eliminação de acentos. De quebra, acrescenta uma leve dose de humor às mensagens on-line. Não o suficiente para evitar inúmeras críticas, como a de que os jovens têm sido induzidos a escrever mal e a de ser um frankenstein de linguagem, excludente e viciada.
Eduardo Martins, autor do Manual de Redação do jornal O Estado de S. Paulo, olha com reservas o fenômeno.
- O aprendizado da escrita depende da memória visual: muita gente escreve uma palavra quando quer lembrar sua grafia. Se bombardeados por diferentes grafias, muitos jovens ainda em formação tenderão à dúvida - alerta.
Formado pelo inglês dos softwares e manuais, por abreviações e símbolos (emoticons), o jargão empresta à escrita a liberdade da fala, com vocabulário e construções gramaticais próprios. Enquanto os textos tradicionais podem ser relidos, repensados, corrigidos, as mensagens em tempo real tendem ao mínimo de caracteres, são mais curtas e dadas com rapidez - o "falante" pode conversar com muita gente ao mesmo tempo. Daí as abreviações não serem etimológicas ("pneumático" vira "pneu", mas mantém o radical pneu = ar), e sim fonéticas ("aki" = "aqui").
A falta de acentos e pontuação viria do não-reconhecimento dos sinais por alguns servidores - a mensagem seria destruída ou convertida em símbolos ininteligíveis, não padronizados. Já a expressão das sensações dá lugar aos emoticons ou smileys, em que caracteres digitados fazem a analogia de uma emoção.
O internetês pode não representar uma ameaça ao idioma como no passado a grafia dos telégrafos ("vg" para vírgula) ou o caipirês de Chico Bento, personagem de Mauricio de Sousa, não o fizeram. Sírio Possenti, professor de lingüística da Unicamp, assegura que não existiria fator de risco.
- Uma coisa é a grafia; outra, a língua. Não há linguagem nova, só técnicas de abreviação no internetês. As soluções gráficas são até interessantes, pois a grafia cortada é a vogal. A palavra "cabeça", por exemplo, vira "kbça", e não "aea". A primeira forma contém os fonemas indispensáveis ao entendimento.

Desigualdade
Linguagem da comunicação on-line, o internetês rompeu os limites a que estava restrito, invadindo a TV e até a escola. O uso constante de computadores influencia a relação dos alunos com a escola e, em particular, a língua. O estudante da 7a série Victor Santoro Fernandes, de 12 anos, considera mais fácil usar o português padrão quando escreve à mão, não quando digita ao computador.
- A letra q é a que mais escapa. Você já tem os vícios do direcionamento do teclado, mas tento ficar sempre alerta - afirma ele, que conta passar cinco horas por dia ao computador.
Para sua mãe, a dona de casa Magaly Santoro Fernandes, não há problemas em usar linguagens diferentes para comunicar- se, desde que isso não atrapalhe os estudos.
- Ele tira boas notas e sabe quando deve usar a linguagem com os amigos ou tem de usar a norma. Até eu já entendo um pouco quando ele escreve internetês.
A proliferação de um linguajar abreviado tem relação direta com o convívio social de um usuário. Num país em que a maioria da população não usa computador e 3 milhões dos 10 milhões de habitantes de São Paulo nem sabem o que é um caixa eletrônico, a familiaridade com o internetês é diretamente proporcional à inclusão digital. Carlos Eduardo dos Santos, de 13 anos, é aluno da 8ª série da escola estadual Fadlo Haidar, em São Paulo. É o único de uma sala de aula com 42 alunos que tem computador. Diz que, por isso, faz uso do internetês com parcimônia.

Netiqueta

Quando conversamos, nós esperamos que as outras pessoas observem certas regras de comportamento. O mesmo acontece com o uso do e-mail. Infelizmente, algumas pessoas ignoram muitas das boas práticas da comunicação online. Eis alguns pontos que você deve observar para o uso do e-mail com elegância e eficácia.
1. Curto, direto e de fácil leitura.
Mantenha seus e-mails curtos, indo direto ao assunto. Tente abordar um único assunto por mensagem. Se for necessário um texto longo, divida-o em parágrafos separados por espaços em branco. Isto facilita a leitura e permite que o leitor escaneie o texto e tenha uma idéia geral da mensagem.
Use uma linguagem simples, sem gírias e sem abreviações que somente uns poucos iniciados conhecem.
2. Use o “Assunto” com inteligência
Use o campo “Assunto” para conquistar a atenção do leitor. É a primeira coisa que ele lê e que o leva a decidir se vai ler sua mensagem de imediato, deixar para mais tarde, ou mesmo ignorá-la. Assegure-se que o título seja claro e descritivo; ao invés de escrever “Reunião hoje”, escreva “Reunião hoje para aprovação do orçamento”.
3. Evite enviar o e-mail para várias pessoas sem necessidade
Copiar a mensagem para muitas pessoas sem necessidade pode resultar que elas passem a ignorá-las. Elas estão sobrecarregadas com mensagens e se irritam por perderem tempo com e-mails inúteis. Inclua somente as pessoas que têm que tomar uma ação ou que precisam se manter informadas sobre o assunto. Deixe bem claro o que você espera de cada um. Coloque no “Para” as pessoas às quais você solicita uma decisão, uma ação ou uma informação; coloque no “Cópia” aquelas que devem simplesmente tomar conhecimento.
4. Não divulgue e-mails de seus contatos sem autorização
Assim como você não fornece os telefones de seus amigos para terceiros, você deve fazer o mesmo com os e-mails. Use a cópia oculta, o CCO ou o BCC (Blind Carbon Copy), para enviar mensagens para um grupo de pessoas que não se conhecem. Embora mais trabalhosa, considere a opção de enviar mensagens separadas.
5. Prudência e boas maneiras
A comunicação verbal, seja cara a cara, seja por telefone, oferece sempre a possibilidade de mostrar seus verdadeiros sentimentos e emoções e de reformular o conteúdo e o seu tom, caso perceba uma reação negativa ou equivocada. A comunicação escrita não tem esta flexibilidade e o e-mail combina algumas das suas piores características. Você pode responder um e-mail imediatamente sem tempo para reflexão e causar um enorme estrago nos seus relacionamentos. Um e-mail inflamado e grosseiro fica na tela, sendo lembrado a todo o momento.
Quando ficar furioso ou ofendido com um e-mail, pense bem antes de respondê-lo. Deixe para relê-lo com calma mais tarde, pois pode ser que você esteja exagerando sua interpretação sobre as intenções do emissor. Saia de sua sala e vá tomar um cafezinho ou fazer um lanche; deixe a resposta para o dia seguinte. Pense seriamente na opção de uma conversa franca para esclarecer os motivos do mal entendido.
6. Cortesia e elegância
Não abuse no uso de LETRAS MAIÚSCULAS, que podem ser interpretadas como um grito, uma agressão. Além disso, as letras maiúsculas tornam a leitura monótona e difícil.
7. Anexos
Não anexe arquivos sem necessidade. Sendo necessário, verifique se o destinatário consegue abrir o formato de arquivo que você usa. Por medida de segurança e para evitar a transmissão de vírus, converta seus arquivos para o formato PDF. Há diversos serviços gratuitos de conversão de arquivos do Word, PowerPoint e Excel para o formato PDF. Faça uma pesquisa na internet para encontrar os conversores para PDF (termos de pesquisa: “PDF converter”, “Word pdf converter”, “online pdf converter” ou similares).
O destinatário pode receber o tamanho de arquivo que você está enviando? Há também serviços gratuitos para transmissão de grandes arquivos. Com pequenas variações, funcionam da seguinte forma:
a) Você faz o upload de cópia do arquivo para o site do serviço.
b) Eles fornecem o endereço do arquivo.
c) Você transmite o link do arquivo para o destinatário por e-mail.
d) O destinatário clica no link e baixa o arquivo.
Faça uma pesquisa na internet para selecionar um serviço de transmissão de grandes arquivos, usando o termo de pesquisa “how to send large files” ou equivalente.
Por prudência, não use estes serviços para documentos confidenciais ou sigilosos. Embora muitos deles já tenham uma boa reputação, um pouco de cautela nunca é demais.
8. Não abuse de URGENTE ou Alta Prioridade
Se você prioriza tudo, você acaba não priorizando nada e perdendo a credibilidade. Se sua mensagem for realmente importante, use o telefone ou envie um e-mail normal e reforce a importância de sua mensagem pelo telefone ou pessoalmente.
9. Verifique a ortografia e a gramática
Antes de enviar, leia cuidadosamente sua mensagem. Use os recursos de autocorreção de textos. Os pequenos erros de redação podem causar sérios danos a sua imagem profissional.
10. Quando não usar o e-mail
Em algumas situações o e-mail não é o instrumento de comunicação mais apropriado. Não use o e-mail quando:
a) Você puder dar alguns poucos passos e conversar com a outra pessoa.
b) O assunto for complexo, confidencial ou delicado.
c) Você se sentir furioso, ofendido ou ameaçado.
d) Estiver em dúvida sobre quem é o responsável pela ação. Uma mensagem mal endereçada pode causar aborrecimentos.
e) Puder resolver rapidamente pelo telefone.

Emo em Brusque

Nesta cidade não conheço muitos emos só o Sidney o meu único amigo emo.
Nesta cidade todo mundo odeia emo. Não sei porque mas todo mundo diz que sou parecido com o Zacarias, o dos trapalhões e me apelidaram de Zacarias.
É só e valeu por entrar fui.